Porta 53 (UDP) — DNS
Monitore os PCs da sua empresa em tempo real, com dados objetivos.
Testar grátis 14 dias →A porta 53 (UDP) é conhecida como DNS — Resolução de nomes (Domain Name System). Nesta página você entende, em português e sem rodeios, para que ela serve, se é perigoso deixá-la aberta e como fechá-la ou protegê-la na rede da sua empresa.
O que é a porta 53 e para que serve
É a porta do DNS, o serviço que traduz nomes de sites (exemplo.com) em endereços IP. Sem DNS, praticamente nada na internet funciona pelo nome.
É perigoso deixar a porta 53 aberta? (risco: Médio)
Um servidor DNS aberto e mal configurado pode ser usado em ataques de amplificação (DDoS) contra terceiros. No endpoint, tráfego DNS anômalo pode indicar malware se comunicando com servidores de comando.
Como fechar ou proteger a porta 53
Servidores DNS internos não devem responder recursivamente à internet. Restrinja quem pode consultar e mantenha o software atualizado. Monitore volumes e destinos incomuns de DNS.
Como saber quais computadores da sua rede usam a porta 53
Saber que a porta 53 é sensível é só metade do trabalho — a outra metade é descobrir quais máquinas da sua empresa a estão usando ou expondo. O PC Monitor mapeia os computadores da rede, mostra portas e conexões abertas em cada um e sinaliza o que representa risco de segurança, com relatório em português. Você identifica um RDP exposto, um banco de dados acessível ou um serviço fora do lugar antes que vire incidente. O teste é grátis por 14 dias e não exige cartão de crédito.
Perguntas frequentes
Para que serve a porta 53?
A porta 53 (UDP) é usada por DNS. É a porta do DNS, o serviço que traduz nomes de sites (exemplo.com) em endereços IP. Sem DNS, praticamente nada na internet funciona pelo nome.
A porta 53 é perigosa?
O risco é médio. Um servidor DNS aberto e mal configurado pode ser usado em ataques de amplificação (DDoS) contra terceiros. No endpoint, tráfego DNS anômalo pode indicar malware se comunicando com servidores de comando.
Como fechar a porta 53?
Servidores DNS internos não devem responder recursivamente à internet. Restrinja quem pode consultar e mantenha o software atualizado. Monitore volumes e destinos incomuns de DNS.