PC Monitor vs planilha de controle manual

Equipe PC Monitor · Atualizado em 11/07/2026

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Antes de comparar softwares entre si, vale comparar com o que a maioria das pequenas empresas brasileiras usa de verdade: planilha de controle. Apontamento manual de atividades, controle de horas no Excel ou Google Sheets, relatório semanal preenchido pelo próprio funcionário. Parece grátis. Não é.

Tabela comparativa

CritérioPC MonitorPlanilha de controle
Custo aparenteR$ 29,90/PC/mêsR$ 0
Custo realFixo e previsívelTempo de preenchimento + tempo de conferência do gestor + erros
Origem dos dadosColeta automática no PC (apps, sites, tempo ativo, screenshots)Autodeclaração do funcionário
ConfiabilidadeDados objetivos, com evidência (screenshot, histórico)Sujeita a esquecimento, arredondamento e omissão
Tempo realSim, dashboard ao vivoNão; sempre retroativo
Alertas de desvioAutomáticos, com análise de IANão existem
Segurança do endpointScore de segurança por máquinaNão cobre
Valor como evidênciaRegistros objetivos e datadosFrágil em disputa (documento editável, autodeclarado)

A conta que ninguém faz

Suponha uma equipe de 10 pessoas. Cada uma gasta 10 minutos por dia preenchendo a planilha de atividades — número otimista. São 100 minutos por dia da equipe, cerca de 36 horas por mês. Some o tempo do gestor consolidando e conferindo: facilmente mais 8 a 10 horas mensais. Ao custo médio de R$ 25/hora, o "controle grátis" custa mais de R$ 1.100 por mês em tempo — quase quatro vezes o preço do PC Monitor para os mesmos 10 PCs (R$ 299,00/mês). E o resultado ainda é um dado autodeclarado, sem verificação.

O problema da autodeclaração

Planilha de atividades mede o que o funcionário lembra e escolhe declarar, não o que aconteceu. Não é uma questão de má-fé: pesquisas de gestão de tempo mostram consistentemente que pessoas estimam mal o próprio tempo. Quem preenche a planilha na sexta-feira reconstrói a semana de memória. O software registra o tempo ativo por aplicativo automaticamente, minuto a minuto, sem depender de memória nem de disciplina de preenchimento.

Quando a planilha ainda faz sentido

Sejamos justos com a planilha: ela funciona para equipes de 2 ou 3 pessoas de altíssima confiança, para apontamento de horas faturáveis por projeto (quando o cliente exige descritivo manual) e para empresas em estágio tão inicial que qualquer custo fixo pesa. Se você está nesse cenário, siga na planilha — e volte a este comparativo quando a equipe passar de 5 pessoas ou quando surgir a primeira desconfiança séria sobre uso do computador de trabalho.

Transição sem trauma

A migração não precisa ser um choque de fiscalização. A prática recomendada — descrita no nosso guia de boas práticas — é comunicar a equipe, atualizar a política interna com um documento claro e instalar o agente de forma transparente. O PC Monitor instala em cerca de 30 segundos por PC, e os primeiros relatórios saem no mesmo dia. Nos 14 dias de trial gratuito, você compara os dados automáticos com a última planilha preenchida e tira a prova.

As informações sobre ferramentas de terceiros são baseadas em materiais públicos dos respectivos fornecedores e podem mudar sem aviso. Preços, planos e recursos devem sempre ser confirmados no site oficial de cada empresa. Este comparativo reflete a visão do PC Monitor e busca ser factual e honesto.

Perguntas frequentes

A planilha de controle não é suficiente para empresa pequena?

Para 2 ou 3 pessoas de alta confiança, pode ser. A partir de 5 pessoas, o custo do tempo de preenchimento e conferência costuma superar o preço de um software (R$ 29,90/PC/mês no PC Monitor), e a qualidade do dado autodeclarado cai muito.

O funcionário não preenche a planilha errado de propósito?

Na maioria dos casos o erro é involuntário: as pessoas estimam mal o próprio tempo. O problema é que a planilha não permite distinguir erro de má-fé. O monitoramento automático elimina a discussão, porque registra o tempo ativo real por aplicativo.

Registros do PC Monitor servem como evidência em processo trabalhista?

Registros objetivos e datados de uso do computador corporativo tendem a ter mais força que planilhas editáveis autodeclaradas, mas o valor probatório depende do caso concreto e da forma de implantação (transparência, política interna). Consulte sempre um advogado trabalhista. Este conteúdo não é aconselhamento jurídico.

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